Você é a luz que brilha em mim
Que ilumina a minha razão
Que me acolhe no meu sim
E me apóia no meu não.
É a poesia a se anular num flerte
Em risadas lépidas e cálidas
Embriagadas em intenções válidas
De tomar-me para sermos, sem ser-te.
Você é o que me deixa tonto
Como um vinho chardonnay
É o abraço em reencontro
Da rainha com seu rei.
‘Cê é o encaixe dos meus braços
Minha casa, minha morada
‘Cê é o nó de nossos laços
Minha amada namorada.

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