Tentava e
repetia os movimentos diversas vezes. Ligava a lanterna e a apontava em direção
ao breu na vã tentativa de descobrir como é a escuridão. Golpeava com a
lanterna como se segurasse uma espada, cortando a escuridão ao meio. Mas a
frustração dela já se tornava evidente. Aos poucos concluía que era impossível
descobrir como era a escuridão, pois a própria escuridão a impedia de ver. E
sempre que ela apontava a luz na direção da escuridão, esta corria para muito,
muito longe dali.
O AUTOR

"Pouco a pouco fui caindo na realidade, e minhas lágrimas caindo no papel. Cada gota que caía deformava o nome dela de forma cruel. Pensei em tirar a folha dali debaixo, mas algo em mim queria que ela sentisse cada lágrima que derramei por não tê-la ao meu lado..."
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